Como ser maçom
terça-feira, 9 de junho de 2015
Ordem dos Cavaleiros Templarios no Brasil
No Brasil encontramos uma Ordem de Cavalaria Templária realmente genuína que guardou os ensinamentos dos verdadeiros Guardiões do Sagrado e Santo Sepulcro, essa ordem se expressa através dos Templários Brasil que uniu a Ordem de Cavalaria, a Ordem Religiosa e a Ordem Maçônica, trabalhando com a unificação dos ritos de rodes, malta e jerusalém. Para saber mais podemos acessar a página principal dessa maravilhosa Ordem Templária clicando neste link http://www.templariosbrasil.com.br
IBEMAC
O Instituto Brasileiro de Ensino Maçônico IBEMAC é o curso mais indicado para aqueles que querem realmente conhecer a filosofia da Maçonaria;É verdade que na internet é possível encontrarmos mais de uma dúzia de cursos on line que se intitulam como "curso de maçonaria" porem até o momento o IBEMAC é o único curso à distância, sobre o tema maçonaria que ganhou destaque dentre as lojas maçônicas e o aval da Grande Loja e do Grande Oriente; a maioria das lojas, atualmente, preferem admitir candidatos que já tenham passado pelos três níveis do curso oferecido por aquele Instituto. Para saber mais sobre o curso basta visitar o site da escola que é www.ibemac.com.br clicando neste link e indo direto para a página. No curso o aluno estudara sobre os três graus da maçonaria, aprendiz, companheiro e mestre maçom; fará uma prova ao final de cada um dos graus e deverá obter média final igual ou superior a cinco para obter o certificado; o curso ainda oferece a carteira de estudante, conta com material de apoio semanal e um orientador que é mestre maçom para esclarecer as dúvidas dos alunos durante o período do curso que é geralmente de três meses. Nós recomendamos.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
ÉTICA ENTRE OS MAÇONS NOS SITES DE RELACIONAMENTO
ETÍCA ENTRE OS MAÇONS NOS SITES DE RELACIONAMENTOS
23 de outubro de 2014 às 13:18
Sugiro aos maçons de todos os ritos, potências, obediências, lojas independentes, no Brasil ou no exterior, que se proponham a manter a ética na exposição e defesa das respectivas ideias , principalmente quando diz respeito a Maçonaria ou maçons. Peço isso, tendo em vista que nem todos aqueles que tem acesso a essas informações são maçons, aliás pelo que tenho visto, a grande maioria dos nossos amigos ou visitantes do facebook "não são maçons" mas sim público leigo, que guarda na sua mente uma bela imagem sobre a Maçonaria e que não compreende muito bem tudo aquilo que lê ou assiste na rede, principalmente a discussão entre "irmãos" os quais na maioria das vezes acabam transgredindo as regras mais básicas da ética necessária, tanto de urbanidade, quanto de cordialidade e principalmente da manutenção da nossa imagem frente ao público externo. Sou favorável a que as nossas desigualdades sejam discutidas de forma particular, através de e-mail pessoal ou, ainda que face, mas através de mensagens "in box" sem que os demais tenham acesso. O que vemos atualmente é a banalização da nossa condição de maçom com o emprego dos chamados "fakes" (perfil falso) com termos chulos, palavras de baixo calão, difamações, calúnias e injúrias (crimes contra a honra) em acusações que não se sustentam, com a proliferação de boatos que expõem de forma leviana a todos nós enquanto maçons. Sugiro que paremos de acusar uns aos outros ou de levantar suspeitas sobre esse ou aquele, sugiro que nos dediquemos cada vez mais a cuidarmos da maçonaria independente da Loja, sugiro que a nossa preocupação seja a de estudar cada vez mais e colocarmos em prática a verdadeira maçonaria que não se faz apenas na internet, mas sim e principalmente junto a sociedade na defesa dos menos favorecidos e em prol das causas nobres. É esse tipo de atitude que a sociedade (publico externo) precisa tomar conhecimento, ou seja, de tudo aquilo que a Maçonaria tem de bom para oferecer. A Maçonaria tem inúmeros inimigos gratuitos que nos atacam sem qualquer motivo com o objetivo único de nos desagregar, já basta isso contra nós. Não é inteligente da nossa parte que entre no nosso meio nós venhamos a nos atacar e permitir que os outros vejam tudo isso. Sejamos inteligentes, ai reside a nossa grande diferença. Conto com você que leu esta nota e aceita esta sugestão deste vosso amigo e irmão. Que Deus nos abençoe a todos.
terça-feira, 30 de setembro de 2014
As Sociedades Secretas
O MUNDO SECRETO
PARTE 1 - Para uma compreensão do mundo das sociedades secretas
Por Remi Boyer
A sociedade secreta constitui um fenômeno universal. Presente desde a antiguidade,
manifestando-se em todos os domínios da vida, quer seja a esfera
política, a esfera econômica, a esfera militar, científica, religiosa,
artística, notadamente literária, ou nesta que nos concerne a
esfera da Tradição e do Ocultismo(1). No domínio político por
exemplo, muitos dos movimentos políticos internacionais são
nascidos nas antessalas onde alguns obscuros desconhecidos se
reúnem para mudar o mundo. No domínio artístico, certos círculos
surrealistas funcionaram como sociedades secretas. A sociedade secreta
empresta formas múltiplas, mais ou menos adaptadas aos tempos e aos
espaços em que estão inseridas. Das crianças aos velhos, todos os
elementos de nossas sociedades fizeram, ou ainda farão uso de uma
sociedade secreta.
A
sociedade secreta constitui o vetor habitual de manifestação do mundo
do ocultismo, da Tradição, da Iniciação. Este mundo se interpenetra com
todos os registros de expressões da natureza humana. O sublime costeia o
medíocre, o vulgar costeia a beleza, o horror, a verdade, a
mentira, o conhecimento, em um paradoxo vivo que permite a emergência
do Ser.
O
Divino eleva-se mesmo no meio do vício. A fascinação do humano pelo
secreto, sua tendência natural à auto-alucinação e ao maravilhoso
recobriram a noção de sociedade secreta (SS) de um verniz de superstição
e de crenças que tornam sua compreensão difícil. Nossa época
moderna, pela multiplicidade de SS de pretensão iniciática, cujo
exame demonstra não serem, nem secretas, nem iniciáticas, gerou
uma confusão sem precedentes sobre o cenário já obscuro do
ocultismo e atraiu a atenção, entre outros de pesquisadores
tradicionais ou universitários (2), do grande público e dos
jornalistas, como dos serviços governamentais da maior parte dos estados
(3).
Tentaremos
aqui fornecer alguns elementos de discriminação as numerosas pessoas
que se interessam pelo ocultismo, tradições, ou mais frequentemente
pelas SS, afim de colocarem-se em condição de passar da
confusão ao discernimento. A confusão permanecerá malgrado tudo, no
geral e no particular, neste domínio, porque sem dúvida é
ela indispensável para dissimular algumas SS de características verdadeiramente
iniciática e desqualificar a massa dos curiosos ou dos
desequilibrados que são atraídos por este tema. Citemos Lança del
Vasto que descreveu perfeitamente a situação no prefácio do livro de
Louis Cattiaux :“Le Message Retrouvé” (A Mensagem reencontrada):
“A conjuração dos imbecis, dos charlatões, e dos Sábios foi perfeitamente bem sucedida. Esta conjuração teria como objetivo de esconder a verdade. Uns e outros serviram esta grande causa cada um segundo seus meios; os imbecis por meio da ignorância, os charlatões por meio da mentira, os Sábios por meio do segredo.”
Nossa
intenção é de fornecer àquele que procura não a felicidade, mas a
libertação, o despertar, alguns índices suficientes para detectar
as pistas autênticas como as vias sem procedência, e tirar proveito
dos erros que não deixará de cometer, como todos os questores autênticos
fizeram antes dele.
Ensaio de definição da sociedade secreta
Não será possível fornecer uma definição precisa e satisfatória de sociedade secreta. Diremos simplesmente que a sociedade secreta,
no domínio tradicional, se caracteriza, não pelo segredo, não pelo
caráter fechado ou clandestino, mas pelo rito. Entendemos por rito,
a existência de um corpo doutrinal e de uma praxes iniciática. Esta
não implica necessariamente de práticas rituais como temos, por exemplo,
nas sociedades maçônicas, cavalheiresca, rosacrucianas.
Conhecidas,
sobretudo pela presença de uma técnica do despertar, de libertação,
precisa e verificável, veiculada no geral por um corpus
doutrinal exprimido em um modelo de mundo particular no centro de
origem da sociedade ( Hermetismo, Martinismo, budismo, shivanismo).
Semelhante
definição restritiva, mas consoante com a Tradição, eliminaria a quase
totalidade das autodenominadas sociedades secretas desconhecidas, por
sinal, muito conhecidas.
Examinaremos,
portanto o conjunto destas que são geralmente recobertas pela expressão
“sociedade secretas”, à saber, toda organização que se apresenta como
espiritual, esotérica, ocultistas, tradicional, iniciática, ou toda
outra qualificação análoga.
Iniciação e sociedades secretas
Todas
as sociedades secretas tradicionais se pretendem iniciáticas. Bem
poucas as são, a maior parte entre elas assumem outras funções
que não a iniciática, funções que apresentaremos posteriormente. A
noção geral de iniciação envolve de fato vários níveis de lógicas, onde
algumas não tratam de Iniciação em seu sentido esotérico.
Neste
último sentido, a Iniciação é uma questão técnica. Trata-se da
conquista de estados de seres não humanos, ou mais que humanos (4),
ativando de fato e em realidades estes centros, chamados
estrelas em certas escolas, rodas em outras, e mais frequentemente de
chacras, antes de proceder à uma série de separações (do corpo saturnino
do corpo lunar, depois do corpo mercurial, até o corpo solar
segundo o hermetismo) para a constituição final do corpo de glória (ou
corpo crístico ou corpo arco-do-céu, etc...), atividade colocada em
obra e desenvolvida por técnicas precisas, freqüentemente perigosas,
de chamada de si, de alta magia, de alquimia interna, técnicas de
acesso ao Ser ou Absoluto.
Aqui,
a definição, ainda conforme a tradição é restritiva. Rejeitaremos a
conhecida crença segundo a qual a “vida é iniciação”. Isto é
sem dúvida verdade, mas necessitaria tratar-se de uma vida
totalmente consciente e unificada. Sobretudo, este é um dos
argumentos colocados antes por aqueles, muito numerosos, que inventam
todo logro nos autodenominados sistemas iniciáticos com cadeias
sucessórias remontando à antiguidade. Em um sentido mais largo e, entretanto mais aceitável iniciação é a ciência da mudança.
A verdadeira mudança, isto é a passagem de um nível lógico à um nível imediatamente superior comporta uma mutação, um salto,
uma descontinuidade ou transformação, do mais alto interesse
teórico, e da mais alta importância prática, porque permite deixar um
mundo reconhecido como sombra, para entrar em um outro, mais
“real”, mesmo que ele não seja a “Realidade”.
Os
níveis lógicos devem ser reconhecidos e rigorosamente separados se
desejamos evitar a confusão e usar do paradoxo para
mais tempo de compreensão. Heráclito já havia ressaltado “a estranha
interdependência dos contrários” que chamava de enantiodromia.
Quanto mais uma posição é extrema, mas é provável uma
enantiodromia, uma conversão em seu contrário. A história das
sociedades secretas é rica em comportamentos enantiodrômicos . De fato,
na ausência da técnica real de iniciação, o indivíduo fica na
impossibilidade de se elevar ao nível lógico (ou a-lógico) superior,
passa a oposição de sua posição inicial. Ocorre que passar de um
sistema à seu oposto não é uma mudança.
Isto
ilustra, teoricamente, o mito ocidental segundo a qual, o iniciado
deve se colocar para além das duas colunas opostas, situadas na
entrada do santuário. Resulta disto que o iniciado que deve passar de um
mundo “A” à um mundo “B”, imediatamente superior, somente saberia
encontrar aquilo que produz a passagem no mundo “A” ele -mesmo, daí a
necessidade de uma ingerência do sistema “B” no sistema “A”. Motivo, igualmente, da importância do discernimento, na verdade da sagacidade, no candidato à iniciação.
Esta
noção de ingerência se exprime perfeitamente nas estruturas piramidais
das SS, e na articulação natural que existe entre os três grandes tipos
funcionais de SS
Fonte:
http://rosacruzes.blogspot.com.br/2014/09/o-mundo-secreto.html
Fonte:
http://rosacruzes.blogspot.com.br/2014/09/o-mundo-secreto.html
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Quero ser maçom
Nos dias de hoje, pelo mundo todo, houve uma mudança muito grande na forma de ingresso na Maçonaria. Se, antigamente, só eram aceitos os apadrinhados (aqueles que tinham um padrinho influente na ordem), hoje, apesar do costume do candidato ter um padrinho permanecer inalterado, admite-se novos maçons pelos mais variados métodos, ou seja, a maçonaria ganhou novas portas, isso não significa que tenha adquirido "portas largas" e que qualquer pessoa consiga entrar, não é isso. Atualmente, inscrever-se para uma seleção em uma das Associações Maçônicas que existem no Brasil (são cerca de 50 e esse número está crescendo) e juntar-se aos mais de 2 milhões de maçons brasileiros, ficou mais fácil. Pode-se inscrever através do site da organização, ou pela indicação de um maçom ou ainda dirigindo-se a uma loja onde tenha algum conhecido, todas as três formas são válidas. Após a inscrição tem início a sindicância que nada mais é do que a verificação de todos os documentos pessoais fornecidos pelo candidato, além de uma entrevista pessoal de preferência na casa do interessado, para verificar desde o padrão de vida até a convivência familiar. Os cadastros que chegam pela internet são destinados a um grupo de mestres maçons voluntários que examinam atentamente as informações fornecidas pelo candidato e daí em diante pedem documentos complementares e entram em contato geralmente por telefone para manter o primeiro contato. Uma vez aprovado (apenas 3% dos cadastros são aprovados) o candidato será encaminhado para a loja que escolheu ou para aquela que se interessou pelo seu cadastro; nem sempre a loja mais próxima da residência do candidato é a que terá a vaga no momento; muitas vezes o candidato será iniciado em uma loja mais distante e, nos dias de hoje, já não faz tanta diferença a localização da loja o que importa é alcançar a tão sonhada cerimônia de iniciação. Com o passar do tempo, alguns maçons conseguem ser transferidos para lojas mais próximas das suas residências e isso varia muito de acordo com a cidade onde mora, da comunicação que mantém com os irmãos regionais etc. Ao final, o importante neste artigo é deixar claro que não existe diferença pejorativa algum entre os candidatos que foram chamados pelos irmãos da loja na cidade onde reside e aqueles que foram iniciados em lojas mais distantes, pois todos passaram pelos mesmos critérios de aprovação e, uma vez iniciado, todos receberam os sinais, toques e palavras que são as formas de identificação dos maçons no mundo todo. Somos todos iguais, Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Dia do Maçom
20 de AGOSTO de 2014 – Comemoração ao Dia do Maçom Brasileiro
Palavra do Sereníssimo Grão-Mestre Helio Antonio da Silva em referência ao dia do Maçom comemorado no Brasil.
Na posição de Ser.’. Gr.’. M.’. desta Grande Loja Regular Simbólica da Maçonaria Egípcia no Brasil, tenho obrigações políticas e ritualísticas para com o “povo maçom” que nos rodeia, nos ouve, nos lê ou nos assiste ou ainda nos acompanha pelos vários canais sociais aos quais temos acesso. Dentre essas obrigações da função de Grão-mestre considero que todas são capazes de me proporcionar grande satisfação pessoal, porem umas causam mais satisfação do que outras. É justamente nesta data onde encontro uma dessas satisfações que por si só são maiores. Somos maçons porque gostamos; ninguém nos obriga a isso, ninguém nos leva “a pulso” até a loja e não há quem nos faça participar de uma convocação ritualística obrigados, exceto pela força do Grande Arquiteto do Universo que, cremos, conduz nossa vida. Acredito que a GLOMEB tem muito a comemorar neste dia 20 de agosto, uma vez que é o berço de centenas e talvez milhares de novos maçons; berço e casa; casa onde o sonho se concretiza e o desejo se abriga; sonho realizado, tanto deste Sereníssimo quanto do candidato; Sereníssimo que um dia sonhou fundar uma potência para realizar sonhos daqueles que se sentiam maçons mas não tinham uma casa que os abrigasse e os reconhecesse como tal; candidato que se torna maçom e que, entra e sai, para cá e para lá, mas nunca deixa de ser maçom. Cada um daqueles profanos que por aqui passaram e se metamorfosearam em maçons contam um pouquinho da nossa história desde a fundação, passando pela sustentação até atingirmos (que não é agora) o nosso apogeu. Essas inúmeras “peças do quebra-cabeças” chamado Maçonaria ou chamado GLOMEB se misturam e se confundem e se espalham, hoje e dia, pelo Brasil todo, são inúmeros irmãos e irmãs, tios e tias, cunhados e cunhadas, todos irmãos entre si e filhos órfãos da mesma viúva: a Maçonaria. Se hoje comemoramos o dia do maçom no Brasil, se temos um passado cheio das glórias desde a independência até a libertação dos escravos e tantos outros movimentos sociais, não podemos apenas nos vangloriar disso e vivermos no passado. Devemos viver no presente, avaliar qual a luta social devemos abraçar nos dias de hoje e quais os reflexos que terá no futuro. Sobretudo, temos uma causa mais premente de todas: a união de todos os maçons em torno de uma só maçonaria. Chega de GOB, GLESP, GLOMEB, GOP, GOESP e tantas outras abreviaturas que só fazem, mesmo, abreviar a nossa fraternidade que deveria ser expandida em direção ao irmão da outra potência; Lutemos, todos juntos, para que no Brasil possamos ter, sabe Deus quando, a verdadeira união de todos nós em um só corpo. Essa é a verdadeira luta dos tempos atuais. A Maçonaria precisa se encontrar ou se reencontrar, pois em algum momento da história ela se perdeu; perdeu dos seus rituais, perdeu dos seus ideais, perdeu do seu núcleo o espírito máximo de união e se fragmentou, curvando-se a uma incessante e oculta força destruidora que, primeiro nos dividiu, para depois nos conquistar. E nós, muitas vezes ingênuos, fazemos o jogo de tal força oculta e nos deixamos fragmentar ainda mais, dentro da nosso potência, das nossas lojas, dos triângulos, dos grupos de estudos, enfim, de toda agremiação maçônica sempre surge um descontente que entende ser mais fácil sair e fundar outra potência, outra loja, outro triângulo etc ao invés de auxiliar na reconstrução daquele que já existe. Com esse espírito certamente não chegaremos a lugar algum, teremos duplicado ou triplicado um número espantoso de lojas sem base, sem critério e sem união. Depende somente de nós, irmãos e irmãs da maçonaria, decidirmos qual o destino teremos, se seremos unidos e fortes, reconhecendo como tal o nosso irmão, ou se seremos fragmentados e fracos, vítimas do nosso próprio ego. Lembremos, a todo instante, que a sociedade precisa cada vez mais de nós, que somos praticamente o último bastião da resistência da solidariedade e da fraternidade e, se perecermos devido a nossas divisões internas, perecerá com o passar dos anos, mais facilmente toda a sociedade na qual estamos inseridos. Ao findar este discurso, meu voto, outro não poderia ser, exceto o de conclamar a todos os maçons para que se unam, independente das vontades dos seus Grão-Mestres se esses os proíbem, pois acima, da vontade da cúpula está o Maçom representado por cada um de nós. Unidos somos mais fortes. Unidos somos mais do que maçons. Unidos somos a Maçonaria. Tenho Dito!
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